Para empresas de instalação elétrica
Automatizamos o trabalho administrativo que fica para depois do horário: as fichas e os relatórios nos modelos da DGEG em vigor, os orçamentos e o seu seguimento, a faturação e a cobrança. Sobre as ferramentas que já utiliza.
Prefere ver primeiro o que automatizamos →
30 min · Por videochamada · Sem custo e sem compromisso
Data em que entraram em vigor os novos modelos da DGEG. Os ficheiros antigos deixaram de corresponder ao formato exigido.
Os dados entram uma vez, no telemóvel do técnico. Ficha, orçamento e fatura saem do mesmo sítio.
De implementação típica, sem parar as equipas nem mudar de programa.
«O modelo que usávamos deixou de servir.»
O Despacho n.º 31/2026 da DGEG, em vigor desde 21 de abril de 2026, aprovou novos modelos ao abrigo do Decreto-Lei 96/2017: a Ficha de Execução, preenchida pela entidade instaladora em cada instalação, e o Relatório de Exploração, anual, a cargo do técnico responsável pela exploração. A submissão faz-se pelo SRIESP. Quem tinha o seu próprio ficheiro em Excel ou Word passou a refazer o trabalho instalação a instalação. Despacho na DGEG ↗
Onde se perde tempo
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Cada instalação executada obriga a preencher a Ficha de Execução no modelo em vigor. Multiplicado pelas instalações do mês, é uma tarefa que raramente cabe no horário e acaba feita ao fim do dia ou ao fim de semana.
Fotografias no telemóvel do técnico, a folha da visita escrita à mão, dados do cliente no email e o resto na cabeça de quem lá esteve. Quem preenche a ficha no escritório não é quem foi à obra, e o que falta descobre-se por telefone.
O orçamento sai, o cliente não responde, e ninguém volta a ligar ao segundo ou ao terceiro dia porque a equipa está na rua. Perde-se por falta de seguimento, não por preço.
Faturar tudo de uma vez no fecho significa que o trabalho da primeira semana só é cobrado semanas depois. Quem anda atrás dos pagamentos é o gerente, quando se lembra, e a agenda das equipas vive no WhatsApp.
A conta que fazemos consigo
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O que automatizamos
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O técnico preenche no telemóvel, no local, os campos que já anota em papel — com fotografias, se forem precisas. A ficha sai no modelo do Anexo II, preenchida e pronta a rever e assinar.
Sem transcrever nada no escritórioPara quem faz técnica responsável pela exploração: as duas inspeções do ano entram pelo mesmo formulário e o relatório do Anexo I sai montado, com o histórico da instalação já lá dentro.
Anexo I, no modelo do despachoUma dezena de modelos cobre a larga maioria das obras que faz. O orçamento sai preenchido a partir dos dados da visita, com os seus preços e as suas condições, em minutos e não à noite.
Cada orçamento entregue passa a ter segunda e terceira chamada — por email ou mensagem, no dia certo, com o texto que a empresa usaria. Sem ninguém ter de se lembrar.
Onde está o dinheiro mais barato de ir buscarA fatura sai quando a obra é dada por concluída, não no fecho do mês. No vencimento parte um lembrete automático, e o mapa do que está por cobrar está sempre atualizado.
Visitas, obras e assistências deixam de estar espalhadas por mensagens e pela memória de cada um. Cada equipa sabe onde vai e o escritório sabe quem está livre.
Ligamo-nos por API ao que já utiliza — o programa de faturação, o email, as mensagens. Sem migrações e sem licenças adicionais. A responsabilidade técnica e a submissão no SRIESP continuam de quem as tem por lei.
Perguntas frequentes
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O Despacho n.º 31/2026, em vigor desde 21 de abril de 2026, aprovou novos modelos ao abrigo do Decreto-Lei 96/2017: a Ficha de Execução, por instalação, a cargo da entidade instaladora, e o Relatório de Exploração, anual, a cargo do técnico responsável pela exploração. A submissão faz-se pelo SRIESP. Os ficheiros antigos deixaram de corresponder ao formato exigido.
Não. Ligamo-nos por cima do que já utiliza, seja um programa de gestão, o email ou uma folha de cálculo. Sem migrações e sem licenças adicionais.
Preenchem um formulário no telemóvel, no local, com os campos que já anotam em papel. Não há programa novo para instalar nem formação a dar. Quem sabe usar o WhatsApp sabe usar isto.
Sim. O documento sai preenchido no modelo em vigor e pronto a rever e assinar. Automatizamos o preenchimento e a recolha da informação — a responsabilidade técnica e a submissão continuam de quem as tem por lei.
Nas vossas contas e nas vossas ferramentas, sob acordo de confidencialidade. Desenhamos o fluxo; os dados não passam para nós.
O processo manual mantém-se disponível como alternativa e as automatizações são monitorizadas. Nenhum fluxo corre sem supervisão. A implementação demora entre duas e quatro semanas por projeto.
O método
Três passos
Trinta minutos por videochamada, ao fim do dia se for melhor. Analisamos a operação e quantificamos, em euros, o custo anual do trabalho administrativo manual.
Propomos duas a três automatizações concretas, com investimento fixo e retorno estimado para cada uma. Começamos pela de execução mais simples e maior retorno, em duas a quatro semanas, sem parar as equipas.
Manutenção e otimização contínua, com revisão mensal em função da utilização real. Se a DGEG voltar a mudar os modelos, a alteração é nossa.
Só propomos avançar quando o retorno estimado for, no mínimo, três vezes superior ao investimento.
Caso contrário, dizemo-lo com a mesma clareza — e a sua empresa fica, em qualquer caso, com o diagnóstico completo da operação.
Agende o diagnóstico: trinta minutos, por videochamada, sem custo. Sai da reunião com o mapa da operação e o custo anual do trabalho manual, em euros.
Ou escreva para hello@boldflows.pt
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